15/07/2026
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Crítica de Thor: Ebert errou sobre personagem Marvel

O renomado crítico de cinema Roger Ebert, conhecido por suas opiniões marcantes, fez uma previsão sobre um personagem da Marvel que não se concretizou. Em sua análise do filme “Thor”, de 2011, Ebert deu ao longa apenas 1,5 estrelas de 4 e teceu críticas duras ao roteiro e aos personagens.

Em sua crítica, Ebert descreveu o personagem Loki, interpretado por Tom Hiddleston, como “tristemente carente de carisma”. Ele também criticou a revelação previsível de que o meio-irmão de Thor seria o vilão da história. “Loki poderia estar usando um crachá: ‘Olá! Não sou confiável!'”, escreveu Ebert, questionando se o público se lembraria do personagem seis minutos após o fim do filme.

A história, no entanto, provou que Ebert estava errado. O Loki de Hiddleston se tornou um dos personagens mais amados do Universo Cinematográfico Marvel. Diferente da versão dos quadrinhos, que era um trickster malicioso, o Loki do cinema foi apresentado como um vilão simpático e complexo.

O personagem vive um conflito interno, amando sua família adotiva, especialmente o pai Odin, mas sentindo-se preterido em favor do irmão Thor. A descoberta de que é um Gigante de Gelo, e não um asgardiano de verdade, aprofunda sua tragédia pessoal. Sua queda em desgraça é considerada por muitos mais cativante do que a jornada de aprendizado de Thor.

O sucesso de Loki foi tão grande que ele retornou em “Os Vingadores” (2012), onde Hiddleston mostrou sua versatilidade ao interpretar tanto a frieza quanto a megalomania. O personagem ganhou ainda mais destaque na sequência “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), que foi reescrita para lhe dar mais tempo de tela. Em 2021, Loki ganhou sua própria série de TV, consolidando seu apelo duradouro entre os fãs.

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